Sobre o questionamento do mundo publicitário e da minha incrível relação com ele; meu blog está sofrendo uma transformação e já já adere ao movimento publicidade+blog+moda+um monte de bobagem.
Vamos lá.
Grande inauguração no dia mundial do publicitário: 1º de Abril.
terça-feira, março 11, 2008
quarta-feira, março 05, 2008
Eu até comecei o meu blog alternativo sobre moda, fotografia e bobagens. Mas, né; o trabalho apertou, a gripe veio má e agora tem essa dor de cabeça insuportável. That means, e saco pra escrever e deixar aquilo decente à ponto de publicar, nem existe.
A aula do Dorinho hoje foi chata. Programação Visual promete. Mas, sabem como é, apresentações e um cara quenãopáradefalar,caralho.
Dor.
A aula do Dorinho hoje foi chata. Programação Visual promete. Mas, sabem como é, apresentações e um cara quenãopáradefalar,caralho.
Dor.
terça-feira, fevereiro 12, 2008
O dia acordou tão bonito, como se fosse uma forcinha me levantando da cama, e levantando o ânimo.
Eu não consigo lidar comigo mesma, ou com o negócio de namoro à distância. Acho que foi orgulho ferido pelo Rapha falar dos meus pais. Or something.
Só que eu não dormi à noite, pensando apenas em tirar um tempo pra mim mesma, pra que eu pudesse pensar direito no que fazer para melhorar meu comportamento em relação a mim mesma e a ele; tendo consciência de que eu quero mesmo que nós dois demos certo.
Ou eu preciso aprender a tirar e ficar com um pouco de pensamento positivo quando se está em questão ver ou não ver Rapha.
Hum, pra você; peço desculpas pelas ligações de manhã, por te acordar e tal. Era um bocado de aflição. Mas agora eu estou só e por mim. Não existe como não procurar alguma forma de ficar bem sem ter que ficar te ligando o tempo todo.
Sinto muito por tudo isso.
Eu não consigo lidar comigo mesma, ou com o negócio de namoro à distância. Acho que foi orgulho ferido pelo Rapha falar dos meus pais. Or something.
Só que eu não dormi à noite, pensando apenas em tirar um tempo pra mim mesma, pra que eu pudesse pensar direito no que fazer para melhorar meu comportamento em relação a mim mesma e a ele; tendo consciência de que eu quero mesmo que nós dois demos certo.
Ou eu preciso aprender a tirar e ficar com um pouco de pensamento positivo quando se está em questão ver ou não ver Rapha.
Hum, pra você; peço desculpas pelas ligações de manhã, por te acordar e tal. Era um bocado de aflição. Mas agora eu estou só e por mim. Não existe como não procurar alguma forma de ficar bem sem ter que ficar te ligando o tempo todo.
Sinto muito por tudo isso.
quinta-feira, fevereiro 07, 2008
do dia-depois;
Pra quê vir e dizer 'o ruim é isso, o pior é aquilo'. Mas é, né; é só acordar no meio da noite e ver que não há nenhum colchão no chão, ou que eu não estou nos braços dele que um quase-desespero bate forte.
Ainda, acordar e tentar fazer aquele sanduíche que ele fazia pra mim todas as manhãs e ver que não chega nem perto do que era o que ele fazia pra mim.
Ou mesmo ligar a porcaria da televisão e ver Big Brother com a nítida sensação de que, isso feito sozinha, tendo seriamente a ser classificada como retardada.
E rá, eu nem sei o que é isso; anyway. Que eu estou perdidamente apaixonada, e tenho até pena de Rapha por isso; com as mil ligações/dia e um bocado de mensagenzinhas de amor jogadas a todo momento pelo emeésseêne.
Ainda que sempre pops out aquela frase; 'eu não consigo, eu não posso sem ele', na minha cabeça; e eu chore desesperadamente, sentada no corredorzinho do apartamento com qualquer coisa que me lembre ele. Ai minha força que demora pra chegar.
Mas, né. Vale avaliar as intensidades. Do que foi essa semana inteira com ele, de como eu sinto que não fui tudo o que poderia ser pra ele, ou de que eu poderia ter tanto tanto aproveitado mais, sei lá o que, tudo isso. É quero Raphael e ponto.
Eu não terei a Thaís todos os dias. E nem a possibilidade de gastar muito com o telefone.
Eu só; eu só.. eu só queria que aquela semana fosse todos os dias da minha vida.
Ainda, acordar e tentar fazer aquele sanduíche que ele fazia pra mim todas as manhãs e ver que não chega nem perto do que era o que ele fazia pra mim.
Ou mesmo ligar a porcaria da televisão e ver Big Brother com a nítida sensação de que, isso feito sozinha, tendo seriamente a ser classificada como retardada.
E rá, eu nem sei o que é isso; anyway. Que eu estou perdidamente apaixonada, e tenho até pena de Rapha por isso; com as mil ligações/dia e um bocado de mensagenzinhas de amor jogadas a todo momento pelo emeésseêne.
Ainda que sempre pops out aquela frase; 'eu não consigo, eu não posso sem ele', na minha cabeça; e eu chore desesperadamente, sentada no corredorzinho do apartamento com qualquer coisa que me lembre ele. Ai minha força que demora pra chegar.
Mas, né. Vale avaliar as intensidades. Do que foi essa semana inteira com ele, de como eu sinto que não fui tudo o que poderia ser pra ele, ou de que eu poderia ter tanto tanto aproveitado mais, sei lá o que, tudo isso. É quero Raphael e ponto.
Eu não terei a Thaís todos os dias. E nem a possibilidade de gastar muito com o telefone.
Eu só; eu só.. eu só queria que aquela semana fosse todos os dias da minha vida.
quinta-feira, janeiro 10, 2008
segunda-feira, janeiro 07, 2008
sábado, dezembro 22, 2007
Hoje é aniversário de oito anos da morte da minha avó.
E de um ano e nove meses de um relacionamento incerto.
Depois que liguei pro Fred, ontem de madrugada, não dormi mais. São 08hs02min e eu ainda estou sob o efeito do álcool. Sabe, ajuda no dia mais triste do ano.
Eu não tenho mais certezas e nem direções com as maneiras como eu e Raphael vamos caminhando, ou tropeçando, ou se arrastando.
Eu fecho os olhos e fica tudo cinza, tudo sem sentido, tudo errado.
E não é dessa vez que eu vou saber sair disso. Não mais.
Eu não sei ficar com um homem que não me busca depois de tudo o que aconteceu. Eu não sei se posso mais ficar.
E de um ano e nove meses de um relacionamento incerto.
Depois que liguei pro Fred, ontem de madrugada, não dormi mais. São 08hs02min e eu ainda estou sob o efeito do álcool. Sabe, ajuda no dia mais triste do ano.
Eu não tenho mais certezas e nem direções com as maneiras como eu e Raphael vamos caminhando, ou tropeçando, ou se arrastando.
Eu fecho os olhos e fica tudo cinza, tudo sem sentido, tudo errado.
E não é dessa vez que eu vou saber sair disso. Não mais.
Eu não sei ficar com um homem que não me busca depois de tudo o que aconteceu. Eu não sei se posso mais ficar.
sexta-feira, dezembro 21, 2007
Bom, só para transcrever notas mentais.
As coisas nem mudaram tanto entre mim e o Rapha depois do que eu disse para ele antes de ontem. Ainda sinto que ele perdeu um bocado do interesse.
Porém, acontece que eu, como já não sei mais o que fazer, passo a deixar isso pra lá e a tentar considerar o fato como supernormal entre casais de um ano e tanto. Que vai todo mundo perdendo o interesse e aquela paixão por todo mundo. Raphael continua me cortando e não me fazendo sentir amada e eu continuo me retraindo; até me fechar inteira e ter que fugir de verdade.
Ainda mais agora que ele está todo bonito e eu fico aqui de lado, absolutamente desinteressante. Mas, não tenho o que reclamar, é uma opinião majoritária do mundo.
Depois ele reclama que minha auto-estima é baixa. Soma-se minha mãe me chamando de gorda; meu 4,0; o pé na bunda da JWT; e ele.
Ié, Lourenço. Life is tough.
As coisas nem mudaram tanto entre mim e o Rapha depois do que eu disse para ele antes de ontem. Ainda sinto que ele perdeu um bocado do interesse.
Porém, acontece que eu, como já não sei mais o que fazer, passo a deixar isso pra lá e a tentar considerar o fato como supernormal entre casais de um ano e tanto. Que vai todo mundo perdendo o interesse e aquela paixão por todo mundo. Raphael continua me cortando e não me fazendo sentir amada e eu continuo me retraindo; até me fechar inteira e ter que fugir de verdade.
Ainda mais agora que ele está todo bonito e eu fico aqui de lado, absolutamente desinteressante. Mas, não tenho o que reclamar, é uma opinião majoritária do mundo.
Depois ele reclama que minha auto-estima é baixa. Soma-se minha mãe me chamando de gorda; meu 4,0; o pé na bunda da JWT; e ele.
Ié, Lourenço. Life is tough.
domingo, dezembro 16, 2007
'havia muita coisa interessante em casa, muita coisa engraçada, mas às vezes uma tristeza irresistível me sufocava, como se algo opressivo me enchesse todo, e durante muito tempo eu tinha a impressão de viver num fosso escuro e fundo, sem visão, sem audição e sem nenhum outro sentido, cego e semimorto...'
Às vezes eu me identifico com essas coisas absurdas que estão soltas nos livros. E eles acabam sofrendo as conseqüências em forma de grifos e orelhas.
Mas às vezes eu tenho a sensação de que eu não sei de nada.
Às vezes eu me identifico com essas coisas absurdas que estão soltas nos livros. E eles acabam sofrendo as conseqüências em forma de grifos e orelhas.
Mas às vezes eu tenho a sensação de que eu não sei de nada.
terça-feira, dezembro 11, 2007
segunda-feira, dezembro 10, 2007
Eu me divirto hor-ro-res com esse tipo de seriado imbecil com mulheres inteligentes em situaçõezinhas bocós que não têm nada a ver com o que elas realmente podem fazer. Or something like that.
Oras, o que eu posso fazer quando eu sou frequentemente abandonada? O que é engraçado? Foi que isso sempre aconteceu. Eu não sei se elas estão certas quando falam sobre a maneira como lidamos com os pais em algum passado remoto refletirem quase imediatamente sobre como lidamos com os respectivos em relacionamentos. Kiddin', acho que eles e meu pai frequentaram o mesmo curso.
Acontece que, ultimamente eu tenho me divertido tanto só que eu nem sei mais me chatear com esse tipo de coisa. Digo, estou de férias, eu sei; mas eu consigo sempre arranjar milhares de coisas para fazer e garantir alguma diversão. Quase barata, que hoje à noite eu estava até pensando em ir àquele restaurantezinho francês ali na Bela Cintra, para não negar um convite.
oops, phone call. =*
Oras, o que eu posso fazer quando eu sou frequentemente abandonada? O que é engraçado? Foi que isso sempre aconteceu. Eu não sei se elas estão certas quando falam sobre a maneira como lidamos com os pais em algum passado remoto refletirem quase imediatamente sobre como lidamos com os respectivos em relacionamentos. Kiddin', acho que eles e meu pai frequentaram o mesmo curso.
Acontece que, ultimamente eu tenho me divertido tanto só que eu nem sei mais me chatear com esse tipo de coisa. Digo, estou de férias, eu sei; mas eu consigo sempre arranjar milhares de coisas para fazer e garantir alguma diversão. Quase barata, que hoje à noite eu estava até pensando em ir àquele restaurantezinho francês ali na Bela Cintra, para não negar um convite.
oops, phone call. =*
terça-feira, dezembro 04, 2007
finalmente cheguei naquele ponto em que não se sabe o que se quer.
é como quando tudo fica meio suspenso, dependendo das pequenas coisas que acontecem; porque, inevitavelmente, aquele monte de briguinhas afetam aquela coisa enorme.
é uma sensação de espera eterna, como quando eu descubro que sou mais humana que nunca.
de maneira nenhuma estou dando uma de vítima, ou de carente; só não me vejo como fraca quando a gente não sabe mais pelo que lutar; pelo que se manter nesse aspecto da vida. eu entendo perfeitamente o que é o cansaço.
prometi a mim mesma não reclamar mais. comentei com a dani hoje a história. claro que, sendo tão igual a mim, a reação foi quase exatamente igual à minha. por mais que eu não curta esse tipo de coisa, uma identificação foi crucial para a conversa que se seguiu. e eu não tenho nenhum preconceito com quem tatua o nome do namorado na cintura.
só acho; por mais que haja o amor. é quando a gente aprende como a queda machuca de verdade. e pensar que antes e depois dele. rá, eu disse um depois. qu'est que c'est?
é como quando tudo fica meio suspenso, dependendo das pequenas coisas que acontecem; porque, inevitavelmente, aquele monte de briguinhas afetam aquela coisa enorme.
é uma sensação de espera eterna, como quando eu descubro que sou mais humana que nunca.
de maneira nenhuma estou dando uma de vítima, ou de carente; só não me vejo como fraca quando a gente não sabe mais pelo que lutar; pelo que se manter nesse aspecto da vida. eu entendo perfeitamente o que é o cansaço.
prometi a mim mesma não reclamar mais. comentei com a dani hoje a história. claro que, sendo tão igual a mim, a reação foi quase exatamente igual à minha. por mais que eu não curta esse tipo de coisa, uma identificação foi crucial para a conversa que se seguiu. e eu não tenho nenhum preconceito com quem tatua o nome do namorado na cintura.
só acho; por mais que haja o amor. é quando a gente aprende como a queda machuca de verdade. e pensar que antes e depois dele. rá, eu disse um depois. qu'est que c'est?
segunda-feira, dezembro 03, 2007
Acho que o twitter tem feito mal para a minha escrita. Ou, sempre foi a quantidade de tempo que eu passo falando por aí pelo msn. [nota para mim: preciso escrever mais cartas e de mais conversas].
Rá, acabo de lembrar que hoje era o prazo para a entrga da apresentação de Planejamento da JWT. Menos uma agência para tentar. [lembrar de continuar com isso no ano que vem].
Odiando essa espera. Forte.
Rá, acabo de lembrar que hoje era o prazo para a entrga da apresentação de Planejamento da JWT. Menos uma agência para tentar. [lembrar de continuar com isso no ano que vem].
Odiando essa espera. Forte.
sábado, dezembro 01, 2007
Felipê diz:
ateh pq eu nao aguento a solidao
Felipê diz:
agora
Felipê diz:
some-se se isso ao fato de eu estar carente
Phil gosta da moça. Ou não, Phil tenta se convencer de que gosta da moça. Even better, han?
Comecei um questionário enorme sobre a vida dele, e ele sobre a minha. Hmm, o êmeésseêne ficou engraçado agora depois do almoço.
Passo do desespero à calma passiva. Minha mãe ficou meio sem entender o pequeno processo de dizer que talvez eu não pudesse ir viajar. Aproveitei-me da história do Rapha sobre o curso de férias e apliquei às meninas. Ela propôs viajar no lugar delas. Ié, eu teria que mudar de Trindade à Paraty; etc, etc.
Eu não posso dizer que não estava preparada para dar uma de dissimulada.
ateh pq eu nao aguento a solidao
Felipê diz:
agora
Felipê diz:
some-se se isso ao fato de eu estar carente
Phil gosta da moça. Ou não, Phil tenta se convencer de que gosta da moça. Even better, han?
Comecei um questionário enorme sobre a vida dele, e ele sobre a minha. Hmm, o êmeésseêne ficou engraçado agora depois do almoço.
Passo do desespero à calma passiva. Minha mãe ficou meio sem entender o pequeno processo de dizer que talvez eu não pudesse ir viajar. Aproveitei-me da história do Rapha sobre o curso de férias e apliquei às meninas. Ela propôs viajar no lugar delas. Ié, eu teria que mudar de Trindade à Paraty; etc, etc.
Eu não posso dizer que não estava preparada para dar uma de dissimulada.
sexta-feira, novembro 30, 2007
Hoje é um daqueles dias em que a única solução para tudo seria o garrafão da Heinekein ou um suicídio. Dia de merda pra uma pessoa não tão melhor que a definição do dia.
Sempre há um nó na garganta com um vontade louca de chorar.
Porra. Ninguém fica comigo quando eu preciso.
Nunca.
Só sei que foi quando eu aprendi a me fechar. E até parece que foi uma solução tão mirabolante e inimaginável.
Sempre há um nó na garganta com um vontade louca de chorar.
Porra. Ninguém fica comigo quando eu preciso.
Nunca.
Só sei que foi quando eu aprendi a me fechar. E até parece que foi uma solução tão mirabolante e inimaginável.
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