terça-feira, outubro 30, 2007

O ser humano é uma coisa engraçada.
E, quando ele dá indiretas, é mais engraçado ainda.
Normalmente, ele espera e crê piamente que o outro entendeu por completo o que foi dito.

Aconteceu isso comigo, quanto à vaga da Lew'Lara. Ela, lógico, disse que me avisaria até sexta. Mas, né. São as formalidades das entrevistas de estágio; isto sempre vai ser dito, e eu até tomei uns quatro desses. Ainda sim, não entendo a indireta. Existe um mecanismo egocêntrico que vai sempre murmurar no meu ouvido 'certeza que ela vai retornar'.

Doce ilusão. Ela respondeu um segundo e-mail meu, dizendo que a vaga foi preenchida e, outra indireta ou sei lá; 'mas estou com o seu currículo'.

Quer saber, Paola? Essa eu peguei.
E uma vontadona de xingar. Mentira, eu só estou totalmente decepcionada. Não tinha que ser assim e foi, claro, total culpa minha. Algo poderia e deveria ter sido evitado ou realizado. Bonito, dona Gabriela.

segunda-feira, outubro 29, 2007

meu dia segue em meio a uma névoa, que me amortece e apaga qualquer resquício de atenção para as coisas além. continuo, esperando com todas as minhas forças, que essa sensação tão recente passe. o mais rápido possível.

domingo, outubro 28, 2007

Eu não saberia dizer, de verdade, o que tem acontecido comigo.
Os tempos têm me deixado mais alheia, mais 'desapegada'. Tenho dito o que quero dizer, o que estou sentindo. Me fecho quando o lado emocional comanda. Não tenho seguido raciocínios, apenas mais impulsos. [exceto pelo convite do vinicius de ir à praia agora à noite e voltar amanhã. mas a inclinação ruma a aceitação].

É neste ponto que eu não entendo por quê tenho essa sensação de distância entre mim e o Raphael. Talvez me entristeço toda vez que ele diz 'eu estou bem com isso e não sei o que fazer para mudar'; e eu sempre leio a mensagem que ele mandou depois do 'pseudo-tempo' para me certificar de que fico chateada com razão.
Tenho sentido vontade de me esconder e de nunca mais saber conversar e lidar com um relacionamento. Tenho alições irritantes e não sei se devo expôr.
Tenho esperado ele no msn, tenho esperado as cartas que nunca mais vieram depois da promessa dele. Tenho esperado que ele me procure e que nos mantenhamos com palavras de paixão desenfreada.

Grande parte da minha tristeza vem da maneira como eu tenho lidado com o namoro.
Eu sinto que tem alguma coisa errada. Onde estão as forças?
No sonho, a gente ia a um velório que parecia um casamento. Minha família toda estava sentada, se abrigando da chuva embaixo daquelas tendas de casamento de verão. Eu tinha uma convidada, que não queria participar, e ficava o tempo todo sumindo.
Na hora do enterro, eu não sabia mais quem havia morrido. O engraçado foi ver a minha avó, olhando para o caixão; neste ponto, eu sabia que ela iria morrer. Comecei a chorar violentamente, tentando desfarçar como se fosse para o morto de fato.

Logo após isso, fomos ficar em um hotel. Porém, era com a família do Raphael, e eu ficava em um quarto com um rapaz que eu não conhecia e que queria fazer sexo comigo. Não sei se foi um estupro, porque eu acabava cedendo a ele. Só que, após o sexo, eu saia andando meio desesperada na chuva, tentando me adaptar à sensação de fazê-lo com outra pessoa. Entrei em um bar e sentei-me em uma mesa. Tudo começava a inclinar e eu me segurava à cadeira, em vão. Achei que era um terremoto e tentei me levantar para fugir dali.

A minha convidade reapareceu e me levou para uma rodoviária, onde eu finalmente encontrei o Rapha. Ele estava mais alto, e se esquivava quando o abraçava. Entramos em um ônibus e a Tima apareceu, com um violão.

Bom, ficou calor.

quinta-feira, outubro 25, 2007

he is your guy when stocks are high.

Eu tenho gostado muito dessa freqüência de postagem. Dá quase para satisfazer meu desejo de cadernos.
Hum, deixou-me feliz o cedê do Vinicius. Ri bastante quando ele me entregou, lá na USP. Era algo brega como 'Great Entertainers' e com vários cantores antiguinhos desde Sinatra atá Billie Holiday. Diverti-me um bocado ouvindo no ônibus e cantando 'Diamonds are a girl's best friend', pela versão da Marilyn.

Parece que a moça ali atrás vai desatar em choro.

Voltei a escrever. Needing improvement, though.

quarta-feira, outubro 24, 2007

Acho que o ócio me dá total tempo para leituras aleatórias por estes tempos.
Acabei lendo sobre a Virginia e sobre o Gabo; e me deram vontades quase-loucas de comprar um caderninho novo para diário. Desde, hum, setembro do ano passado que não escrevo; e eu nunca tive um tempo tão grande sem escrever.

nota: voltar ao lugar da fazenda com o baúzinho da vovó maria. tirar de lá, esconder de novo. [poor them; devem estar cheios de lama].

Hum, precisarei ir logo, logo atrás de um novo. E nesse meio tempo, continuo em crise sobre minha maneira de escrita. E só em vontade de seguir o que a minha avó dizia; e há tanto tempo eu não penso sobre isso. Detalhe, é que eu sinto que ninguém tem que ler aqueles cadernos.
No trabalho, eu estava lendo sobre FUST e fundos de inclusão digital que o Norberto quer fazer pela Bahia e por Pernambuco [ahn, viajar seria uma boa agora] e só o que vinha à minha cabeça era 'eu não quero mais fazer isso'. Pensei sobre a Lew'Lara e desejei com todas as minhas forças que a moça tenha pelo menos ido com a minha cara. Hum, e pensar que eu reclamei absurdos para a Dani sobre as primeiras impressões que as pessoas têm de mim.

Eu fecho a cara, eu fico grossa e falo com um português corretíssimo. Até ando com a coluna reta. Deve ser uma daquelas coisas de 'máscara social', o diabo a quatro. Bah, eu só queria, muito.

Desde segunda eu tenho andado meio torto, sem tanto foco ou rumo. Deve ter sido por ter passado uma segunda-feira toda ruim e sufocante; nos mais diversos aspectos. Ontem, eu me esqueci de tudo e só quis cuidar de mim. Até quase comprei uma bolsa na Maria de Andrade; lembrei a tempo de guardar dinheiro.
Chegar em casa e tal. É o que eu mais busco, juro, no meu dia. Eu poderia buscar outras coisas; but latelly, not.

Eu estou tão cansada.
Pensando seriamente em ir pra Trindade no feriado do dia 15.
Bah.

terça-feira, outubro 23, 2007

Hoje, eu me dei um monte de luxinhos. Bom, né; melhor para mim.

Começando na aula do Piu, assistida pela metade e com direito a cochilo.
Logo depois, almoço em casa; como não fazia há semanas.
Azeite no trabalho para ir à Lew'Lara e conhecer o estúdio fotográfico de lá. Hum, parte ruim do dia: não estou tão confiante quanto a esse estágio, fui 'normal demais'.
Decidi que precisava ir até a Paulista, no vento frio de São Paulo.
Me dei mais luxinhos, com direito a 400ml de um Starbucks que custou os olhos da cara e dois pães de queijo. Hum, mais filme da Mostra; 'Louco Amor', acho que alemão, não sei; meio 'Nove Canções'. Minha nota 4 foi muito alta pro filme; bom, apesar de bocó, as cenas de sexo me deixaram feliz.

Mais luxinhos foi brincar com o tripé de máquina e tirar fotos escrotas de mim mesma.


Como eu preciso de dias assim.

segunda-feira, outubro 22, 2007

Engraçado como quando aquelas pessoas com quem realmente conversa no mêssiene não estão, você passa a desenvolver conversas absurdas com pessoas que estão na sua lista só porquê você tem uma imensa preguiça de deletar; ou acha que ela vai perceber seu descaso.

Por exemplo, o Fofo. Eu o conheci quando ele fazia italiano comigo, semestre passado; e fui descobrir que ele tava na ECA e no C.A., e que ele era de Ribeirão Preto só lá pra maio. Ficamos amigos. Mas, all of a sudden, ele sumiu. Só soube que ele estava estudando jornalismo na Sourbonne em agosto, quase no fim. Achei bizarríssimo que, assim como eu, ninguém mais sabia.
Acontece que hoje à tarde, voltamos a conversar. Ele contou da França, do frio, dos estudos e das bebibas. Disse sobre as greves e as brigas por conta do Sarkozy e disse que lá todo mundo trata ele bem por ser brasileiro.
Senti quase uma saudade doída dele, daqueles tempos de ver Godard e de ficar para as ordinárias.

Mas, não, mais forte foi o Kinhu. O Kinhu é o catarinense vicking que eu conheço desdos meus 12 anos. Não nos falamos há mais de dois anos. Foram minhas primeiras conversas sobre sexo e eu cheguei a ser apaixonada por ele enquanto estava terminando o namoro com o Diego.
Hoje, né; ele disse que era uma vergonhaq não nos falarmos; e que era por pura preguiça. Eric Limpoduro. Esquecer, esquecer; que absurdo.

A gente é tudo um saco.
E quem eu queria de verdade nem estava.
01.05.06
Gábe, eu te ofereço todas as minhas possibilidades. tudo.
tanta vontade de você.
Queria sentir os teus braços e puxar a tua blusa. Agora.

17.03.06
Eu tô bem angustiado. E só agora a noite, revendo teu photoblog, foi que pude perceber. Já sabia que, uma parte, tinha a ver contigo, mas não sabia o que era exatamente. Então, cá eu estava pensando no blog, estamos claros nessa parte, acredito. Eu poderia entortar e começar a explicar por quê que acho que o blog ficaria melhor em uma url secreta. but well, o fato é que eu não sei se é assim... Eu me peguei refletindo se ele faz alguma diferença para as pessoas que me conhecem. Se ajuda em qualquer coisa a me tratar, ou a saber quem sou. Hm, eu ia entortar? Pois bem, não.
De novo, voltando a angústia e você. Eu estava tentando ver os teus olhos, e
fiquei a observar e observar e observar. Quanto mais eu olhava, mais a
sensação se pronunciava. Era uma vontade de saber quem você era, de entender
os teus motivos e as tuas palavras. Saber como você dança em meio a tudo
isso, eu cá estou estagnado. Esperando e esperando por outra chance de saber
mais sobre você. Essa espera. Você não sabe o quanto eu tenho vontade de te
conhecer.
26.03.06
Ah, Gabie.. a madrugada já vai indo e eu gosto tanto de você. É estranho, todo dia a essa hora, eu gosto mais de você. Todos os dias tem crescido. A vontade de te ter perto. De viver aonde você vive e ser sua rotina. E os sofás e as meias e as camas. Hoje, foi dia de sentir completamente o teor da minha proposta para você. "Quer namorar comigo?". E deu tanta vontade de te dar mais do que consigo.



Eu acho que ele não tem idéia.

domingo, outubro 21, 2007

Por mais que eu goste de dormir; fazê-lo à tarde ainda me dá uma sensação ruim.
Ficar em casa o dia todo também. Além de, é claro, o computador.
Antigamente, eu apostava que quando passasse na faculdade, não iria mais ficar tanto por aqui.
Mas é tudo um absurdo e tudo mentira e tudo bobagem.
Continuo firme e forte e com os olhos ardendo.


Preciso passar uns tempos longe disso aqui; vai me dar uma tendinite do caralho.

quarta-feira, outubro 17, 2007

Da Avenida Ibirapuera, 2100.

Eu sei lá sobre este emprego. Não chega nem perto da minha área [chegaria se eu não tivesse pegao esse setor de fundos e desenvolvimento; mas daí seria marketing; e eu odeio de verdade isso]. Não sei se sinto falta das tardes vazias, entretanto e apesar de eu adorar ir ao cinema às duas da tarde e beber cerveja logo depois da sessão. Mas não é o que eu quero.

Sabe que eu fiquei bastante feliz hoje, com o seminário pro Ismar. Rafa e Senise fizeram uma apresentação absurda de boa e eu quis me envolver com Publicidade, novamente, e com todas aquelas coisas de experimentação e lojas divertidas e sei lá o que. E nem tô questionando o que á mau ou não. Not now. Ainda fico chateada por conta do CALC, mas creio que quero me envolver ainda. Rá, continuei a envier currículos a agências daqui do estágio. ;p cara de pau.

Bom, fiuei meio irritada com meu pai falando sobre não deixar gaps entre um emprego e outro. Lógico que, enquanto eu estou aqui na faculdade, gostaria de parar e ficar uns dois, três meses sem fazer nada. Mas para isso, precisava juntar dinheiro. Não sei nem se eu, aos meus 19 anos, quero deixar de ter férias; ou de ver o Raphael. Convenhamos, vai ser foda o trabalho em janeiro, se rolar mesmo.
Eu não sei, não sei.

Tô com vontades, de novo, finalmente. Precisava delas depois de todo aquele tempo.
Queria muito comprar um livro, agora; e olhar para a capa, novinha, e sentir o cheiro, e ler ler ler.

sexta-feira, outubro 12, 2007

Ontem, né; eu fiquei pensando sobre a angústia. Era aquela velha aflição a respeito de um futuro, sobre a alta possibilidade de eu me matar de tristeza se passar o resto da vida fazendo algo que eu não gosto, algo que me entristece [por exemplo, o marketing]. Na verdade, eu preciso parar de sofrer de ansiedade e me concentrar no que fazer agora com a análise greimasiana. Bah, eu só tenho medo de virar uma pessoa com uma rotina pré-estabelecidade. Juro, isso nunca me apeteceu apesar do caráter responsável e organizado.

Bleh. Lui non resta con me.
Daí, não resisti à proposta do Zé Antônio; melhor sair.

sexta-feira, outubro 05, 2007

Decidi [maybe not] inscrever-me na EAD. As provas pedem uma cena escolhida, uma outra cena escolhida de uma seleção de vinte, e uma apresentação a júri público. Além da prova escrita e oral, or something. Por 100 reais eu posso tentar a Escola de Arte Dramática. E oh well, rolava forte. Mas eu teria que largar o curso e tal [not a big deal, if i may say]; mas hum. Para eu pensar direito.
E pensar de onde tirarei 100 reais até dia nove de novembro, e que cena fazer..

Enfim. Preciso ainda recuperar os 200 tirados da poupança. Inevitavelmente ela representa algo mesmo pra mim, sei lá. Se a gente fosse se ver mesmo, ela ajudaria. Agora, há o desfalque e as possibilidades de nos vermos em janeiros são quase nulas.

De resto, ontem a reunião da chapa foi terrível. Marcada com antecedência, só fomos em quatro pessoas. E ainda sim, falamos sobre a movimentação pré-dce e sobre o rolo de Araraquara. Hum. Vai rolar um final de semana na casa de praia do Bruno Terribas, ié. Se der, se der.
Acabei ficando pela Quinta&Breja com o Marcello e um pessoal estranho. Sentei com o Zé no Canil e ficamos bebendo alguma coisa. Senti falta a lot dos barulhos que ele faz com tudo o que acha no universo. Precisava voltar ao Canil; tão esvaziado, poor babe.

quarta-feira, outubro 03, 2007

Deuses.
Eu nunca estive tão cansada; nunca na minha vida. Talvez no terceiro colegial, mas nah.
Não aguento mais o computador, sinto vontade de desligar tudo e só dormir.
E eu ainda nem comecei o emprego por lá.
Talvez seja bobagem do lado de cá, mas ontem à noite eu tinha os olhos vermelhos de tanta irritação. Perdi a reunião por conta de estudos e de coisas pro trabalho e de leituras imbecis pra faculdade e de resumos críticos.
De madrugada, eu deitava e não conseguia dormir; e tava tão cansada.
Tive uma crise de choro absurda.


Não sei como vou conseguir.

domingo, setembro 30, 2007

O Dani dançando é a coisa mais delícia do mundo. Ele disse que é porque ele é viado; eu duvido. Mas own, eu e Kika babando pelas perninhas dele naquelas calças listradas.
Mas o problema é que eu estou bem muito passando mal. Depois que eu saí do emeésseêne, fui para o banheiro vomitar. Foi pouco, não havia comido nada, só a porra da caipiroska. A vergonha é assumir que eu vomitei um Red Label.

É, fazia tempo que eu não bebia tanto.
E essas crises do final de semana sumiram todas enquanto eu dançava.
Hum, o pior foi que, quando eu acordei, eu tinha plena consciência de que esse tipo de saída não é a minha cara, nem a minha preferida [de longe]. Eu gosto é de boteco. Só, é que nem o Memphis, uma vez na vida pra dançar. E eu que consegui ficar sem pensar em nada, absolutamente.
Rá, há a ainda a sensação de ser uma anônima em Batatais.

Só, eu só queria que ele viesse, e que ele dissesse, e que ele fizesse. Mas não, eu nunca mais vou ligar pra ele [salvo quando na embriaguez].

quinta-feira, setembro 27, 2007

A aula foi divertidíssima; daquelas das antigas. Cheia de porcaria, risada, bobagem.

Mas o almoço. Não se de onde, surgiu o Memphis. Vi uma foto e 'Ahn?'. Trata-se de uma hamburgueria ao estilo anos 60 norte-americano. Cadeirinhas vermelhas, hamburguers, milkshakes, chão preto e branco, música do Elvis.
Fomos em nove. E a feliz comendo e todo mundo rindo e master a melhor coisa da semana.
Then, ver o Tom; recuperar. Ele apareceu com flores 'para a grossa mais melhor do mundo'. ^^ Dei um livro pra ele e seguimos felizes pela ECA, tomando Coca-Cola.

Dia sendo brilhante.



A felicidade está nesses detalhes aí de cima.

terça-feira, setembro 25, 2007

Quando o despertador tocou aquele barulhinho irritante às 6hs35min, peguei o celular e olhei bem pra ele. Havia uma mensagem do Rapha, de 23hs22min, ou algo assim. Não tinha mais créditos nem para pedir desculpas. Fechei o celular, coloquei no chão e virei na cama. Pensei um bocado sobre as desvantagens de peder uma aula do Piu; só me veio à cabeça 'ah, o trabalho', que foi solucionado logo em seguida [é, a galera até passa o que foi resolvido depois]. Eu dormi um bocado tarde, precisava descansar. Além disso, havia o texto do Ismar para terminar e colocar em súmula [coisa que tento fazer agora, sem muito sucesso. acabou o matte e eu tô com preguiça de ir até lá embaixo comprar mais. then, no gas]. Tenho que começar os textos do Eneus, e Amanada mandou e-mail cobrando participação na movimentação frente à reitoria por conta das negociações, e ameaçando puxão de orelha. Oh dieu.

Na verdade, eu consegui terminar de ler bonitinha, mas me rendi ao blog. Sei que precisava escrever uma carta, mas..Sei que poderia até escrever no outro blog; mas eu nem sei o que ele lê. Afinal, dizer o quê? Eu não sei pedir desculpas, eu não sei pedir pra ele se colocar no meu lugar [ou pelo menos se lembrar do que ele sentiu com a situação toda do Murilo]. No meu mundo, as coisas seriam menos complicadas e eu seria menos infantil. Nah, not really. Tudo fica mais emocionante. Dói, eu sei. Brinquei de procurar passagem pra Salvador; claro, me martirizando pela distância. Pensei em ficar um pouco longe de tudo isso, dar descanso; sumir. Mas, novamente; não consigo. Raphael ainda é minha pessoa preferida. Se eu colocasse mais créditos no celular hoje, de nada adiantaria.. O que importa pra mim é que eu sei o que preciso mudar pra crescer.

De resto; preciso me situar. Nesse contexto eu sei que posso me colocar como melhorpessoadomundopramimmesma; que é o que eu preciso desesperadamente. O orgulho é pífio, sure, we all know that. Sei do que eu tenho de melhor e sei do que eu tenho de pior, o que eu busco é o equilíbrio. No meio disso tudo, encontro o lado fraco, respirando, ainda; pedindo carinho e atenção.
Nesse mundo, eu quis ser a pessoa preferida, as well.

Só me resta me refugiar. E so long, farewell, fugir.

domingo, setembro 23, 2007

eu tava pensando em uma coisa; um dia eu vou me machucar de verdade nessa brincadeira.

sábado, setembro 22, 2007

não quero lhe falar, meu grande amor; das coisas que aprendi nos livros.

está em casa guaaaaardaaaado por deeeeeus, cooontaaaando viiiil meeetaaaaal